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Rodar com o tanque na reserva prejudica a bomba de combustível?

Esse Post é dedicado a um dos assuntos que considero mais polêmicos quanto se trata de manutenção automotiva. Qual cuidado devemos ter com a bomba de combustível? Será que rodar muito tempo com o tanque na reserva é mesmo prejudicial?

Sabemos que a Bomba de combustível é uma peça vital para o funcionamento do veículo, já que supre o motor de todo o combustível necessário. Se bem utilizada, sua vida útil pode chegar até os 100.000 km. Porém, alguns vícios de condução podem reduzir pela metade sua durabilidade. Rodar com o tanque vazio é uma deles.

A falta de combustível é o principal responsável por danos à bomba. É que em veículos dotados de Injeção Eletrônica, a bomba de combustível está imersa no tanque, ou seja, depende de uma quantidade mínima de combustível para funcionar bem. É o próprio combustível que arrefece e lubrifica a bomba.

Rodar por muito tempo com o tanque na reserva expõe a bomba a uma condição de refrigeração deficiente, o que eleva sua temperatura de funcionamento e reduz sua vida útil. A quantidade média de combustível no tanque, quando na reserva, é de 5 litros, quantidade mais que suficiente para garantir a vazão do sistema de alimentação, mas insuficiente para proteger a peça. O aquecimento provocado pela falta de combustível dilata os componentes internos, travando a bomba.

Observe ainda, que além de prejudicar a eletrobomba de combustível, rodar por muito tempo na reserva provoca a aspiração de partículas sólidas e impurezas depositadas no fundo do tanque, resultando em obstruções nas tubulações e filtro do sistema de alimentação.

Por isso, sempre que possível, procure rodar com pelo menos ¼ de combustível no tanque. Isso favorece a bomba e evita problemas no futuro.

Fonte: autoservico.blogspot.com.br

PORQUE NÃO DEVEMOS ABASTECER O TANQUE ATÉ A ” BOCA ” ?

Com o preço dos combustíveis, é tentador aproveitar uma promoção e abastecer o tanque, literalmente, até a boca. Por diversas vezes presenciei motoristas que inclinavam o carro para garantir uns litrinhos a mais… Um exagero!! Essa prática deve ser evitada, sob o risco de prejudicar o motor.

É que dependendo do veículo, essa coluna de líquido adicional pode chegar a mais de dois litros, resultando no aumento da pressão interna do tanque de combustível. Essa elevação de pressão prejudica o Filtro do canister que é um sistema que recupera os vapores formados no tanque evitando que os mesmos sejam lançados a atmosfera.

Esse filtro possui pequenos grãos de carvão ativado, cuja função é reter os vapores de combustível. Quando a pressão do tanque aumenta, partículas de combustível líquido chegam até o filtro aumentando o tamanho dos grãos de carvão. Com o passar do tempo os grãos incham e estouram o filtro liberando pequenas partículas diretamente para o motor, provocando cheiro forte de combustível e falhas de funcionamento.

Para evitar isso, devemos interromper o abastecimento sempre que a mangueira da bomba do Posto der o estalo indicando o nível de tanque cheio.

Fonte: autoservico.blogspot.com.br

COMO FUNCIONA O SISTEMA DE EXAUSTÃO – PARTE II

Dando continuidade ao Post Como funciona o sistema de exaustão – Parte I, iremos agora conhecer cada uma das peças que compõem o sistema, assim como esclarecer sua função.

Começamos pelo Coletor de escape que representa uma das extremidades do sistema, sendo a ligação entre o motor e a tubulação de escapamento. Devido à alta temperatura dos gases na saída do motor este componente é construído normalmente em ferro fundido.

Em seguida temos o intermediário, que, assim como o nome está dizendo, está localizado na metade do sistema, sendo responsável pela ligação entre o coletor de escape e o silencioso. Este componente normalmente serve como suporte para o catalisador.

O catalisador vem em seguida, e é uma espécie de marmita metálica cuja função é acelerar a reação química dos gases provenientes da queima do combustível, tornando-os menos nocivos. Nos carros Flex, o catalisador está instalado na saída do coletor de escape, antes do intermediário a fim de aumentar sua eficiência com o motor frio.

O silencioso, também conhecido como bojo, está posicionado na seção final da tubulação de escape, antes da ponteira. Sua função é reduzir o ruído provocado pela exaustão dos gases funcionando como uma espécie de caixa de ressonância, reduzindo os pulsos provocados pelo movimento alternado dos pistões e o ruído da queima do combustível.

A ponteira constitui a outra extremidade da tubulação, sendo possível perceber sua presença pela posição fora da carroceria. Na maioria dos veículos forma uma peça única com o Silencioso. E, normalmente assume mais uma função estética que funcional.


Fonte: http://autoservico.blogspot.com.br/search/label/Escapamento

COMO FUNCIONA O SISTEMA DE EXAUSTÃO – PARTE I

É comum ouvir alguém chamar o sistema de exaustão de um carro de tubo de descarga. Algo um tanto quanto depreciativo para um trabalho tão digno quanto expelir os gases resultantes da queima do combustível.

Esses gases precisam ser rapidamente eliminados, cedendo espaço a nova mistura ar-combustível a ser admitida no motor. Para tanto, o sistema de escapamento deve orientar o fluxo dos gases facilitando sua saída. Sua eficiência é determinada pelo formato e disposição, estando intimamente relacionado às características de cada motor.

É mais ou menos como nosso sistema respiratório, uma espécie de via de mão dupla que nos permite aspirar o oxigênio presente no ar atmosférico e no momento seguinte expulsar os gases tóxicos. Nossa capacidade respiratória é definida, não só pelo volume de ar que aspiramos, mas também pela capacidade de eliminar todos os gases nocivos presentes em nossos pulmões.

Por isso, a importância de manter sempre o Sistema de escapamento em bom estado. Furos ou amassões alteram o fluxo dos gases, levando conseqüentemente à perda de rendimento do motor. Algumas pessoas, seguindo este raciocínio, retiram o catalisador para beneficiar o motor. Isto representa um pensamento distorcido, já que a restrição causada pelo catalisador está prevista em projeto e, portanto, sua remoção em nada trará benefícios para o desempenho do veículo.

Mas, se o sistema de escape fosse constituído por um único tubo reto, saindo diretamente do motor para a traseira do veículo, isso não facilitaria a saída dos gases? A resposta é simples: o escapamento é a última coisa a ser instalada por baixo do veículo. Sendo assim, deve desviar das peças montadas anteriormente, por isso, seu formato tortuoso. Alterar essa disposição ocasiona perda de velocidade na saída dos gases, prejudicando o rendimento do motor. Além do que, para facilitar a montagem e substituição, o sistema de exaustão é composto por vários componentes como coletor, intermediário, silencioso e ponteira, que unidos, formam o sistema de escapamento.


Fonte: http://autoservico.blogspot.com.br/search/label/Escapamento

Tudo Sobre Baterias Automotivas

A bateria é um acumulador recarregável de energia. Sua função é armazenar energia sob a forma química, que será transformada em energia elétrica quando o veículo dela necessitar. Ela serve para dar partida no veículo, fornecer energia para iluminação externa e interna e manter os “sistemas elétricos e eletrônicos” ativos enquanto o veículo não estiver em funcionamento.

Uma bateria automotiva de 12 v é formada por seis elementos constituídos de placas positivas, negativas, separadores e eletrólito.

Todas as baterias aparentemente são iguais, porém a tecnologia empregada na sua fabricação, assim como o processo, os materiais empregados e o sistema de qualidade são determinantes na performance e na vida útil do produto.

Cuidados preventivos no manuseio:

a bateria produz gases explosivos. Por isso, evite fumar, produzir faíscas ou a proximidade de fogo;

não incline a bateria, para evitar vazamento de solução ácida, altamente corrosiva;

utilize óculos e luvas de proteção;

mantenha-a fora do alcance de crianças;

leia o manual de instruções.


Modelos existentes:

Baterias seladas

Toda bateria automotiva comercializada no mercado brasileiro contém eletrólito (solução de ácido sulfúrico e água), seja ela selada ou convencional (com rolhas).

Qualquer bateria de automóvel (selada ou não) produz gases quando está sendo utilizada. As baterias seladas têm um respiro, por onde escapam os gases. Se os gases fossem retidos dentro da bateria, com o tempo o aumento de pressão faria a bateria explodir. O termo “selada” é utilizado de forma exagerada, uma vez que nenhuma bateria é completamente fechada, pois possui respiro.

Bateria “livre de manutenção”

Em todo o mundo existem baterias “livres de manutenção”, com rolhas. A característica “livre de manutenção” está relacionada aos materiais com que essas baterias são fabricadas. Entende-se como livres de manutenção aquelas construídas como uma “liga” que produz baixa liberação de gases, seguindo as normas do BCI (Battery Council International). Portanto, bateria livre de manutenção não precisa ser selada.

Existem várias tecnologias que utilizam prata como elemento de liga para a fabricação de baterias. No Brasil, existem baterias com grades fundidas e outras com grades expandidas. Estas (de última geração) são mais duráveis e com maior desempenho. Somente a Enertec, em nosso País, faz baterias com liga de prata e grades expandidas.

Existem fabricantes que colocam em seus rótulos valores indicativos os quais não refletem testes amparados por normas nacionais e internacionais.

Desempenho de Qualidade – Teste realizado pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo)

Capacidade em 20 horas

Indica a quantidade de energia que a bateria consegue armazenar. O teste é feito descarregando-se a bateria com uma corrente específica até atingir uma tensão final de 10,5 v.


Saiba como proporcionar vida longa a sua bateria

1º Dê partidas curtas, entre 5 e 7 segundos;

2º Não deixe luzes, rádio ou qualquer equipamento ligado quando o veículo não estiver em funcionamento;

3º Uma bateria descarregada pode ser identificada por dificuldade de partida, luzes fracas, problemas causados por regulador de voltagem desregulado, correia frouxa ou fio de terra solto;

4º Lembre-se de que a constatação de defeito só é possível com o uso de equipamentos que testem todos os elementos da bateria;

5º Não aceite que testem sua bateria com cabos, fechando o curto-circuito entre os pólos. Este procedimento, além de ser enganoso, pode prejudicar a bateria, fazendo-a ferver, o que não caracteriza defeito;

6º Faça regularmente um check-up na parte elétrica de seu veículo;

7º Ao instalar qualquer opcional elétrico não-original, verifique junto à rede autorizada se é recomendável a substituição da bateria devido ao aumento da demanda elétrica.

Chega de fosco! Saiba o que está na moda do envelopamento

Com a popularização do envelopamento, novas opções começam a se popularizar no Brasil, como o StickerBomb

   Reprodução

Em 2011 Robinho, craque do Milan, procurou uma oficina especializada porque queria deixar a seu Porsche Cayenne do jeito dos carros que ele via na Europa: com pintura fosca. Sem saber muito como poderia fazer aquilo, conheceu o envelopamento. Seu utilitário esportivo – que era branco brilhante – após algumas horas se transformou em branco fosco. Igual ao Robinho, milhares de brasileiros aderiram a onda fosca. Mais fácil e barato do que a pintura, o envelopamento de carros virou moda no mundo todo. Entre os benefícios estão a renovação do visual, a conservação da pintura original e a praticidade da limpeza a partir de R$ 800.

Como uma moda, a onda fosca passou e cada vez mais as empresas estão trazendo novidades para o consumidor que enjoa rápido do visual do carro. Leandro Del Grande é gerente da Foscomania – que cuidou do envelopamento do carro de Robinho -, e diz que agora a tendência é o teto “Black Piano”, ou seja, um adesivo importado que deixa o teto do carro com a aparência brilhante e envidraçada. Além disso, novas películas da ColorSkin estão chegando com uma cartela de cores super abrangente: ter um carro amarelo, vermelho, azul e não é mais uma opção definitiva. Um dos benefícios é que você pode transformar o seu pratinha em laranjão e quando revender não pagará o preço de ter um carro diferente, pois a película sai facilmente e deixa a pintura intacta, como nova.

Black Piano simula teto envidraçado em tom escuro

   Reprodução

Além do “Black Piano” e das novas cores, outra tendência é o perolizado que dá um brilho esverdeado e a película camaleão com aparência multicolor, muito procurada pelos admiradores dos carros tuning. Segundo Leandro, o “pretinho básico” dos carros são as faixas esportivas, ou seja, nunca saem de moda.

StickerBomb

A moda pelo envelopamento pegou tanto que para muitas pessoas se transformou em profissão. Roberto Vannucchi é apaixonado por tuning e trabalhou durante dez anos em uma empresa de envelopamento de carros. “Na época, só se fazia envelopamento de carros para empresas e frota. Agora, o mercado expandiu muito. Há cursos lotados todas as semanas de pessoas querendo aprender”. Tanto que Roberto divide seu tempo entre a fotografia e o envelopamento. Dono da Oversign, ele acredita que a última tendência são os “StickerBomb”, um adesivo único que imita vários adesivos juntos.

Aplicação de adesivo StickerBomb também pode ser feita no interior

Reprodução

Geralmente ele é é colocado em apenas alguns lugares do carro como o para-choques e paralamas. “Fiz recentemente um ‘StickerBomb’ para uma menina cheio de imagens de Barbie e HelloKitty”. Ou seja, o mais legal da nova moda é que dá para personalizar completamente as referências que serão colocadas no seu carro. Um “StickerBomb” sai a partir de R$ 300. Roberto Vanucchi curte tanto o envelopamento que o seu veículo pessoal se transformou em uma vitrine ambulante do trabalho. O seu Vectra já se transformou 4 vezes.

Cuidados

O envelopamento parcial do carro ainda não é o mais pedido entre os consumidores. A maioria das pessoas ainda opta por mudar o visual do carro por completo. Nesse caso, é preciso comunicar a alteração de cor no DETRAN. Quem envelopa o carro em mais de 50% precisa solicitar uma guia de alteração de cor, pagar a vistoria do veículo e emitir um novo Certificado de Registro e Licenciamento. A mudança custa em média R$ 280. Se o veículo transitar irregularmente pelas ruas, o motorista pode levar uma multa grave de R$ 127,69 perder cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Modelos foscos ainda seguem na moda, mas ganharam opções coloridas

   Reprodução

Outro cuidado que se deve ter é em relação a qualidade das películas. Antes de contratar o serviço é preciso se certificar de que o material usado é para ser aplicado em veículos. “Alguns adesivos possuem solvente na cola o que ao longo dos anos vai estragando a pintura. O adesivo para envelopamento veicular possui água na composição da cola e por isso não tem problema”, afirma Roberto Vannucchi. Segundo a 3M, uma das maiores fabricantes de adesivos, em carros repintados ou com funilaria a fazer não são indicados para adesivação. A marca também garante que a conservação é bem simples. Durante a lavagem deve-se usar panos macios e úmidos com detergente ou sabão neutro. Durante a lavagem é necessário evitar utilizar água pressurizada, evitando danos ao adesivo. A película da 3M tem garantia de 1 ano no sentido horizontal (capô e teto) e 3 anos no sentido vertical (laterais, paralamas e para-choques).

www.foscomania.com.br
www.oversign.com.br

Campanha de conscientização polêmica

Há alguns meses, aqueles adesivos que simbolizam a quantidade de pessoas de uma família tomaram conta dos carros brasileiros. Em outros países, essa moda também pegou e serviu de inspiração para uma polêmica campanha lançada pela organização Mothers Against Drunk Driving (Mães Contra Direção Embriagada). Nessa campanha, a divisão canadense do grupo procurou chocar quem assistisse para mostrar que dirigir sem os devidos cuidados pode destruir uma família.

A MADD existe desde 1980 e, originalmente, lutava pela conscientização sobre os perigos de se dirigir sob o efeito do álcool. Atualmente, age também na conscientização sobre diversas outras questões relacionadas aos riscos ao volante, como pessoas não habilitadas ou menores de idade que assumem o risco de causar acidentes.

O que você acha: vídeos polêmicos conscientizam melhor?


fonte: Revista Auto Esporte

Cuidados Básicos


Existem alguns cuidados básicos que devem ser levados a sério quando se fala em motores; pretendo falar mais a fundo sobre cada item mais adiante, mas em primeiro plano, segue.
1- LIMPEZA DO VEÍCULO- carroceria, em cima e por baixo do carro; motor exporadicamente.
2-REVIZÃO PREVENTIVA- troca de óleo e filtro do oleo seguindo a recomendação do fabricante
3-REVIZÃO PREVENTIVA mais completa a cada 20.000 km; troca de filtros de combustível, de ar, fluidos de freio e de água do radiador, e revisão de varios itens, como iluminação, mangueiras de água e de combustível etc.
4- REVIZÃO GERAL- a cada 30.000 km com troca de correias (esse item varia muito de modelo p/ modelo, começa com 30.000 na família UNO e pode ir até 100.000 km em alguns importados.
5- CALIBRAÇÃO DOS PNEUS – esse item vaira muito, pode ir de 26lb ate 36lb depende muito do modelo, e se está com carga ou não, na duvida, leia o manual do proprietário.
6- CALIBRAÇAO DO ESTEPE – esse item deixa muito motorista na mão, por que muitos nunca verificam o estepe, e quando vão usar, ele está vazio, deixe sempre com 10% de libras a mais que o normal, muito cuidado com ele.
7-EXTINTOR- outro item muito simples que deve ser observado pelo motorista é o extintor de incendio, ele pode ajudar e muito em alguns casos, se estiver vencido ou sem pressão não servirá de nada, e ainda pode-se ganhar uma multa de brinde, muito cuidado.
8- ACUMULADOR DE TENSÃO- mais conhecido como bateria, se for selada, o máximo que se pode fazer é observar a janela verde. Se for comun, deve-se observar o nível da agua; nunca colque água da torneira, pois esta tem cloro, nem água de poço artesiano. Deve-se usar agua específica para baterias a venda em postos de gasolina ou auto-peças.
9- CARROCERIA- deve-se ter cuidados visuais com itens como o cinto de segurança, obsevar se ele está solto no seu caminho, e fazer um texte prático de retração: com uma das mãos puxe com força e rápido o cinto, ele deve trancar, ao soltar ele deve destravar e seguir novamente. Observar comandos de limpador, seta, câmbio, freio de mão, trava das portas, etc.
OBSERVAÇÃO- Estas dicas parecem dificeis para alguns e muito simples para outros, mas fazem muita diferença para o bem-estar de um veículo, detalhes como segurança devem ser levados a sério, pois fazem a diferença para a vida em um acidente.
fonte: mecanicachibiaque.blogspot.com.br

Placa refletiva é obrigatória a partir de abril de 2012

Prevista inicialmente para vigorar logo na virada do ano, em 1º de janeiro, a resolução teve o prazo adiado para o começo de abril de 2012. Com a mudança, películas refletivas em placas e em tarjetas passam a ser obrigatórias para veículos novos – antes, eram facultativas. Os que circulam atualmente com a placa de identificação no modelo antigo só precisarão se adequar em caso de troca de município.

placa refletiva pense carros

As motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos motorizados já estavam na norma que exige a película refletiva, mas deverão obedecer outro artigo da resolução, que determina o aumento do tamanho da placa. O texto prevê que a altura seja de 17 centímetros e o comprimento, de 20 centímetros. Com isso, aumenta também o tamanho de letras e números (com exceção da cidade de origem) para 5,3 centímetros de altura. Essa alteração também ocorrerá somente para os veículos novos ou transferidos de cidade.

De acordo com a assessoria de imprensa do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), os Centros de Registro de Veículos Automotores (CRVAs) já estão orientados a autorizar a colocação das placas que atendam a resolução do Contran. O gerente de uma Fábrica de Placas e Tarjetas (FTPs) localizada no bairro Floresta, em Porto Alegre, Luiz Carlos Schonos Junior, comenta que a placa refletiva já vinha sendo comercializada.

“Ela já é fabricada desde 2008, mas a compra era opcional. Agora, pelo fato de dar mais segurança, ela passa a ser obrigatória. Quando colocada contra a luz, a refletiva brilha, e, por exemplo, se um carro estiver no acostamento, ela terá o mesmo brilho que o triângulo usado na sinalização faz”, comenta Junior.

Como os valores de venda não seguem uma tabela pré-determinada, o par pode variar, conforme Junior, entre R$ 70 e R$ 90 – aproximadamente 30% mais cara que a antiga.

>> O que muda
- A partir desta semana, os carros zero quilômetro ou que mudarem de município deverão receber placas e tarjetas com a película refletiva.

- Elas são mais caras que as comuns (cerca de 30%), mas proporcionam maior visibilidade à noite, pois brilham ao refletir a luz.

- As motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos motorizados terão as dimensões das placas e tarjetas modificadas, aumentando um pouco de tamanho. Estes veículos, quando novos ou emplacados em um novo município, já estavam recebendo a identificação com o material mais brilhoso.

Fonte: Revista.PenseCarros.com.br

Confira dicas para evitar surpresas com a manutenção do câmbio automático

A cada ano, mais pessoas deixam os preconceitos de lado e apostam no conforto de um veículo com câmbio automático. Porém, um tema ainda assusta muitos donos e afasta a maioria dos interessados: a conta da oficina. Será possível evitar que o sonho de não trocar marchas em engarrafamentos torne-se um pesadelo? Para Carlos Napoletano, instrutor técnico da Brasil Automático – especialista em treinamentos para mecânicos sobre o assunto – basta que o proprietário siga algumas recomendações para evitar um prejuízo grande na oficina.

oficina

Confira as dicas

1. Entenda: os gastos serão diferenciados
Quem compra um veículo automático precisa considerar que os seus custos de manutenção são diferenciados. Um carro com câmbio manual geralmente terá reparos mais simples e baratos, mas com uma maior frequência, principalmente no sistema de embreagem.

O automático dispensa a embreagem e costuma ampliar a vida útil de componentes do motor, transmissão, suspensões e freios, ao realizar as trocas de marchas no momento certo e controlar a agressividade do motorista. Após alguns anos de uso, a soma das despesas de oficina de modelos convencionais e automáticos costuma ficar muito próxima.

2. Fique longe dos “modelos-micos”
Um primeiro cuidado para evitar surpresas na oficina, ainda mais no Brasil, onde as transmissões automáticas começaram a avançar apenas nos últimos anos, é preferir os modelos mais vendidos e que contam com peças a preços competitivos, sejam nacionais ou importados.

Veículos com poucas unidades vendidas e carros antigos costumam ter problemas na manutenção (principalmente com a falta de componentes ou ferramental) e a conta pode assustar.

3. Aposte em prevenção
A durabilidade da transmissão automática está diretamente ligada ao cuidado que o motorista dispensa ao veículo. Após a compra, o ideal é consultar as tabelas de manutenção no manual do proprietário, com atenção aos prazos de troca do fluido hidráulico e filtro. Quanto mais perfeita estiver a lubrificação, menor será o desgaste.

Pela mesma razão, outra recomendação fundamental é corrigir qualquer vazamento o mais rápido possível. Mas, mesmo para sanar um pequeno problema, o mecânico precisa ser um especialista, ou poderá danificar o câmbio nas operações de desmontagem e montagem.

5. Fique atento na escolha da oficina
Como a transmissão automática é complexa e depende de vários outros sistemas para funcionar corretamente, inclusive eletrônicos, a escolha de uma oficina capacitada deve ser feita com cuidado.

Primeiro busque indicações. Encontrar pessoas que possuem veículos parecidos, fizeram reparos no câmbio e aprovaram o serviço é um bom começo. Ao visitar os locais, é importante avaliar a organização, limpeza e presença de ferramentais e manuais de serviço. Os bons profissionais também se orgulham em exibir as suas certificações e diplomas.

Ainda não há uma certificação de qualidade específica para oficinas que trabalham com automáticos, mas vale a pena cuidar se os técnicos apresentam diplomas de cursos na área. (E não é vergonha perguntar por eles!)

6. Fique atento a pequenas alterações
Quando um câmbio automático apresenta uma quebra grave e cara, na maioria das vezes, o problema começou com uma pequena falha que foi ignorada. Então, um cuidado fundamental para se reduzir a conta da oficina é levar o veículo para uma revisão ao menor sinal de problema.

Uma quebra grave como o veículo simplesmente não conseguir andar já deu sinais de sua chegada muito antes: segundo Napoletano, entre os sintomas estariam vazamentos de fluidos (que teriam secado as engrenagens resultando em defeito). Para evitar que se chegue a esse ponto, qualquer poça de líquido avermelhado no chão da garagem deve servir de alerta.

Como alguns defeitos aparecem de vez em quando, a ajuda do dono é fundamental para que o especialista consiga fazer o diagnóstico correto. Nesses casos, o melhor é contar em detalhes o que está acontecendo e fazer o teste junto com o mecânico. Também nunca se deve esconder ou minimizar uma anormalidade. O prejuízo pode ser grande.

7. Busque a média dos orçamentos
Diante de um problema na transmissão automática do veículo, o ideal é obter vários orçamentos para o reparo. A análise dos diagnósticos deve ser feita com calma e levando em consideração a impressão que ficou de cada oficina. Valores altos ou baixos demais devem ser evitados.

Para ganhar o serviço, muitos reparadores ainda preferem oferecer a “solução milagrosa”, trocando o mínimo necessário para anular a falha de imediato. São as piores propostas. Consertos superficiais geralmente sobrecarregam e quebram outras peças. O problema se torna crônico e cada vez mais caro. Muitos desistem e acabam vendendo o carro.

8. Exija garantia
Após fazer um reparo na transmissão automática, o proprietário deve exigir as notas fiscais das peças e serviços, além de um documento de garantia da oficina. Pode parecer exagero, mas a maioria dos bons profissionais oferece automaticamente essa tranquilidade aos clientes.

Os problemas mais comuns em carros automáticos
Assim como no caso do câmbio manual, os problemas são sempre gerados pelo mau uso, segundo Napoletano. A patinação de discos internos, por exemplo, é causada pelo vício do motorista em sair de subidas com a alavanca na posição D, em vez de 1. Isso força a transmissão e causa um desgaste prematuro de componentes internos.

Outros problemas podem ser gerados pelo esquecimento de fazer a troca de fluidos recomendada pelo manual do proprietário do veículo (geralmente a cada 40 mil quilômetros).

Fonte: Revista.PenseCarros.com.br