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	<title>Fique por dentro do seu carro!</title>
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		<title>Rodar com o tanque na reserva prejudica a bomba de combustível?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 13:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Esse  Post é dedicado a um dos assuntos que considero mais polêmicos quanto  se trata de manutenção automotiva. Qual cuidado devemos ter com a bomba  de combustível? Será que rodar muito tempo com o tanque na reserva é  mesmo prejudicial?
Sabemos que a Bomba de combustível é uma peça  vital para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div><a href="http://1.bp.blogspot.com/_-0KFkZw3xYs/SLG7_OKBjGI/AAAAAAAAADU/c-hqBjwe-nc/s1600-h/Bomba+de+combust%C3%83%C2%ADvel.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238174536414891106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" src="http://1.bp.blogspot.com/_-0KFkZw3xYs/SLG7_OKBjGI/AAAAAAAAADU/c-hqBjwe-nc/s400/Bomba+de+combust%C3%ADvel.bmp" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Esse  Post é dedicado a um dos assuntos que considero mais polêmicos quanto  se trata de manutenção automotiva. Qual cuidado devemos ter com a bomba  de combustível? Será que rodar muito tempo com o tanque na reserva é  mesmo prejudicial?</p>
<p>Sabemos que a Bomba de combustível é uma peça  vital para o funcionamento do veículo, já que supre o motor de todo o  combustível necessário. Se bem utilizada, sua vida útil pode chegar até  os 100.000 km. Porém, alguns vícios de condução podem reduzir pela  metade sua durabilidade. Rodar com o tanque vazio é uma deles.</p>
<p>A  falta de combustível é o principal responsável por danos à bomba. É que  em veículos dotados de Injeção Eletrônica, a bomba de combustível está  imersa no tanque, ou seja, depende de uma quantidade mínima de  combustível para funcionar bem. É o próprio combustível que arrefece e  lubrifica a bomba.</p>
<p>Rodar por muito tempo com o tanque na reserva  expõe a bomba a uma condição de refrigeração deficiente, o que eleva sua  temperatura de funcionamento e reduz sua vida útil. A quantidade média  de combustível no tanque, quando na reserva, é de 5 litros, quantidade  mais que suficiente para garantir a vazão do sistema de alimentação, mas  insuficiente para proteger a peça. O aquecimento provocado pela falta  de combustível dilata os componentes internos, travando a bomba.</p>
<p>Observe  ainda, que além de prejudicar a eletrobomba de combustível, rodar por  muito tempo na reserva provoca a aspiração de partículas sólidas e  impurezas depositadas no fundo do tanque, resultando em obstruções nas  tubulações e filtro do sistema de alimentação.</p>
<p>Por isso, sempre  que possível, procure rodar com pelo menos ¼ de combustível no tanque.  Isso favorece a bomba e evita problemas no futuro.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><em><span style="font-family:arial;">Fonte: </span>autoservico.blogspot.com.br</em></p>
</div>
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		<title>PORQUE NÃO DEVEMOS ABASTECER O TANQUE ATÉ A &#8221; BOCA &#8221; ?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 13:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Com  o preço dos combustíveis, é tentador aproveitar uma promoção e  abastecer o tanque, literalmente, até a boca. Por diversas vezes  presenciei motoristas que inclinavam o carro para garantir uns litrinhos  a mais&#8230; Um exagero!! Essa prática deve ser evitada, sob o risco de  prejudicar o motor.
É que dependendo do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://1.bp.blogspot.com/_-0KFkZw3xYs/SOjKR6zXYNI/AAAAAAAAAFk/k6qPMdVX7oE/s1600-h/Abastecimento.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253671374518968530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" src="http://1.bp.blogspot.com/_-0KFkZw3xYs/SOjKR6zXYNI/AAAAAAAAAFk/k6qPMdVX7oE/s400/Abastecimento.bmp" border="0" alt="" /></a></p>
<div><span style="font-family:arial;">Com  o preço dos combustíveis, é tentador aproveitar uma promoção e  abastecer o tanque, literalmente, até a boca. Por diversas vezes  presenciei motoristas que inclinavam o carro para garantir uns litrinhos  a mais&#8230; Um exagero!! Essa prática deve ser evitada, sob o risco de  prejudicar o motor.</p>
<p>É que dependendo do veículo, essa coluna de  líquido adicional pode chegar a mais de dois litros, resultando no  aumento da pressão interna do tanque de combustível. Essa elevação de  pressão prejudica o Filtro do canister que é um sistema que recupera os  vapores formados no tanque evitando que os mesmos sejam lançados a  atmosfera.</p>
<p>Esse filtro possui pequenos grãos de carvão ativado,  cuja função é reter os vapores de combustível. Quando a pressão do  tanque aumenta, partículas de combustível líquido chegam até o filtro  aumentando o tamanho dos grãos de carvão. Com o passar do tempo os grãos  incham e estouram o filtro liberando pequenas partículas diretamente  para o motor, provocando cheiro forte de combustível e falhas de  funcionamento.</p>
<p>Para evitar isso, devemos interromper o  abastecimento sempre que a mangueira da bomba do Posto der o estalo  indicando o nível de tanque cheio.</span></div>
<div></div>
<div><em><span style="font-family:arial;">Fonte: </span>autoservico.blogspot.com.br</em></div>
</div>
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		<title>COMO FUNCIONA O SISTEMA DE EXAUSTÃO – PARTE II</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 13:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Dando continuidade ao Post Como funciona o sistema de exaustão – Parte I, iremos agora conhecer cada uma das peças que compõem o sistema, assim como esclarecer sua função.
Começamos  pelo Coletor de escape que representa uma das extremidades do sistema,  sendo a ligação entre o motor e a tubulação de escapamento. Devido à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://2.bp.blogspot.com/_-0KFkZw3xYs/SpmDb34D2YI/AAAAAAAAASU/EmZrxEuojdg/s1600-h/Escapamentos.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375472145122187650" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 400px; height: 288px; text-align: center;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-0KFkZw3xYs/SpmDb34D2YI/AAAAAAAAASU/EmZrxEuojdg/s400/Escapamentos.bmp" border="0" alt="" /></a></p>
<div><span style="font-family:arial;">Dando continuidade ao Post <a href="http://autoservico.blogspot.com/2009/07/como-funciona-o-sistema-de-exaustao.html">Como funciona o sistema de exaustão – Parte I</a>, iremos agora conhecer cada uma das peças que compõem o sistema, assim como esclarecer sua função.</p>
<p>Começamos  pelo Coletor de escape que representa uma das extremidades do sistema,  sendo a ligação entre o motor e a tubulação de escapamento. Devido à  alta temperatura dos gases na saída do motor este componente é  construído normalmente em ferro fundido.</p>
<p>Em seguida temos o  intermediário, que, assim como o nome está dizendo, está localizado na  metade do sistema, sendo responsável pela ligação entre o coletor de  escape e o silencioso. Este componente normalmente serve como suporte  para o catalisador.</p>
<p>O catalisador vem em seguida, e é uma espécie  de marmita metálica cuja função é acelerar a reação química dos gases  provenientes da queima do combustível, tornando-os menos nocivos. Nos  carros Flex, o catalisador está instalado na saída do coletor de escape,  antes do intermediário a fim de aumentar sua eficiência com o motor  frio.</p>
<p>O silencioso, também conhecido como bojo, está posicionado  na seção final da tubulação de escape, antes da ponteira. Sua função é  reduzir o ruído provocado pela exaustão dos gases funcionando como uma  espécie de caixa de ressonância, reduzindo os pulsos provocados pelo  movimento alternado dos pistões e o ruído da queima do combustível.</p>
<p>A  ponteira constitui a outra extremidade da tubulação, sendo possível  perceber sua presença pela posição fora da carroceria. Na maioria dos  veículos forma uma peça única com o Silencioso. E, normalmente assume  mais uma função estética que funcional.</span></div>
<div><em><br />
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<div><em><span style="font-family:arial;">Fonte: </span>http://autoservico.blogspot.com.br/search/label/Escapamento</em></div>
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		<title>COMO FUNCIONA O SISTEMA DE EXAUSTÃO – PARTE I</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 13:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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É  comum ouvir alguém chamar o sistema de exaustão de um carro de tubo de  descarga. Algo um tanto quanto depreciativo para um trabalho tão digno  quanto expelir os gases resultantes da queima do combustível.
Esses  gases precisam ser rapidamente eliminados, cedendo espaço a nova  mistura ar-combustível a ser admitida no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://3.bp.blogspot.com/_-0KFkZw3xYs/SnOsjPXZ1HI/AAAAAAAAARc/RNqdXY3l6fM/s1600-h/Escapamento+2.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364821302548485234" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 400px; height: 288px; text-align: center;" src="http://3.bp.blogspot.com/_-0KFkZw3xYs/SnOsjPXZ1HI/AAAAAAAAARc/RNqdXY3l6fM/s400/Escapamento+2.bmp" border="0" alt="" /></a></p>
<div><span style="font-family:arial;">É  comum ouvir alguém chamar o sistema de exaustão de um carro de tubo de  descarga. Algo um tanto quanto depreciativo para um trabalho tão digno  quanto expelir os gases resultantes da queima do combustível.</p>
<p>Esses  gases precisam ser rapidamente eliminados, cedendo espaço a nova  mistura ar-combustível a ser admitida no motor. Para tanto, o sistema de  escapamento deve orientar o fluxo dos gases facilitando sua saída. Sua  eficiência é determinada pelo formato e disposição, estando intimamente  relacionado às características de cada motor.</p>
<p>É mais ou menos  como nosso sistema respiratório, uma espécie de via de mão dupla que nos  permite aspirar o oxigênio presente no ar atmosférico e no momento  seguinte expulsar os gases tóxicos. Nossa capacidade respiratória é  definida, não só pelo volume de ar que aspiramos, mas também pela  capacidade de eliminar todos os gases nocivos presentes em nossos  pulmões.</p>
<p>Por isso, a importância de manter sempre o Sistema de  escapamento em bom estado. Furos ou amassões alteram o fluxo dos gases,  levando conseqüentemente à perda de rendimento do motor. Algumas  pessoas, seguindo este raciocínio, retiram o catalisador para beneficiar  o motor. Isto representa um pensamento distorcido, já que a restrição  causada pelo catalisador está prevista em projeto e, portanto, sua  remoção em nada trará benefícios para o desempenho do veículo.</p>
<p>Mas,  se o sistema de escape fosse constituído por um único tubo reto, saindo  diretamente do motor para a traseira do veículo, isso não facilitaria a  saída dos gases? A resposta é simples: o escapamento é a última coisa a  ser instalada por baixo do veículo. Sendo assim, deve desviar das peças  montadas anteriormente, por isso, seu formato tortuoso. Alterar essa  disposição ocasiona perda de velocidade na saída dos gases, prejudicando  o rendimento do motor. Além do que, para facilitar a montagem e  substituição, o sistema de exaustão é composto por vários componentes  como coletor, intermediário, silencioso e ponteira, que unidos, formam o  sistema de escapamento.</span></div>
<div><em><br />
</em></div>
<div><em><span style="font-family:arial;">Fonte: </span>http://autoservico.blogspot.com.br/search/label/Escapamento</em></div>
</div>
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		<title>Tudo Sobre Baterias Automotivas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 17:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A bateria é um acumulador recarregável de energia. Sua  função é armazenar energia sob a forma química, que será transformada em  energia elétrica quando o veículo dela necessitar. Ela serve para dar  partida no veículo, fornecer energia para iluminação externa e interna e  manter os &#8220;sistemas elétricos e eletrônicos&#8221; ativos enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>bateria</strong> é um acumulador recarregável de energia. Sua  função é armazenar energia sob a forma química, que será transformada em  energia elétrica quando o veículo dela necessitar. Ela serve para dar  partida no veículo, fornecer energia para iluminação externa e interna e  manter os &#8220;sistemas elétricos e eletrônicos&#8221; ativos enquanto o veículo  não estiver em funcionamento.</p>
<p>Uma bateria automotiva de 12 v é formada por seis elementos constituídos  de placas positivas, negativas, separadores e eletrólito.</p>
<p>Todas as baterias aparentemente são iguais, porém a tecnologia empregada  na sua fabricação, assim como o processo, os materiais empregados e o  sistema de qualidade são determinantes na performance e na vida útil do  produto.</p>
<p><strong>Cuidados preventivos no manuseio</strong>:</p>
<p>a bateria produz gases explosivos. Por isso, evite fumar, produzir faíscas ou a proximidade de fogo;</p>
<p>não incline a bateria, para evitar vazamento de solução ácida, altamente corrosiva;</p>
<p>utilize óculos e luvas de proteção;</p>
<p>mantenha-a fora do alcance de crianças;</p>
<p>leia o manual de instruções.</p>
<hr />Modelos existentes:</p>
<p><strong>Baterias seladas</strong></p>
<p>Toda bateria automotiva comercializada no mercado brasileiro contém  eletrólito (solução de ácido sulfúrico e água), seja ela selada ou  convencional (com rolhas).</p>
<p>Qualquer bateria de automóvel (selada ou não) produz gases quando está  sendo utilizada. As baterias seladas têm um respiro, por onde escapam os  gases. Se os gases fossem retidos dentro da bateria, com o tempo o  aumento de pressão faria a bateria explodir. O termo &#8220;selada&#8221; é  utilizado de forma exagerada, uma vez que nenhuma bateria é  completamente fechada, pois possui respiro.</p>
<p><strong>Bateria &#8220;livre de manutenção&#8221;</strong></p>
<p>Em todo o mundo existem baterias &#8220;livres de manutenção&#8221;, com rolhas. A  característica &#8220;livre de manutenção&#8221; está relacionada aos materiais com  que essas baterias são fabricadas. Entende-se como livres de manutenção  aquelas construídas como uma &#8220;liga&#8221; que produz baixa liberação de gases,  seguindo as normas do BCI (Battery Council International). Portanto,  bateria livre de manutenção não precisa ser selada.</p>
<p>Existem várias tecnologias que utilizam prata como elemento de liga para  a fabricação de baterias. No Brasil, existem baterias com grades  fundidas e outras com grades expandidas. Estas (de última geração) são  mais duráveis e com maior desempenho. Somente a Enertec, em nosso País,  faz baterias com liga de prata e grades expandidas.</p>
<p>Existem fabricantes que colocam em seus rótulos valores indicativos os  quais não refletem testes amparados por normas nacionais e  internacionais.</p>
<p>Desempenho de Qualidade &#8211; Teste realizado pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo)</p>
<p>Capacidade em 20 horas</p>
<p>Indica a quantidade de energia que a bateria consegue armazenar. O teste  é feito descarregando-se a bateria com uma corrente específica até  atingir uma tensão final de 10,5 v.<span> </span></p>
<hr /><strong>Saiba como proporcionar vida longa a sua bateria</strong></p>
<p>1º Dê partidas curtas, entre 5 e 7 segundos;</p>
<p>2º Não deixe luzes, rádio ou qualquer equipamento ligado quando o veículo não estiver em funcionamento;</p>
<p>3º Uma bateria descarregada pode ser identificada por dificuldade de  partida, luzes fracas, problemas causados por regulador de voltagem  desregulado, correia frouxa ou fio de terra solto;</p>
<p>4º Lembre-se de que a constatação de defeito só é possível com o uso de equipamentos que testem todos os elementos da bateria;</p>
<p>5º Não aceite que testem sua bateria com cabos, fechando o  curto-circuito entre os pólos. Este procedimento, além de ser enganoso,  pode prejudicar a bateria, fazendo-a ferver, o que não caracteriza  defeito;</p>
<p>6º Faça regularmente um check-up na parte elétrica de seu veículo;</p>
<p>7º Ao instalar qualquer opcional elétrico não-original, verifique junto à  rede autorizada se é recomendável a substituição da bateria devido ao  aumento da demanda elétrica.</p>
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		<title>Chega de fosco! Saiba o que está na moda do envelopamento</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 17:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Com a popularização do envelopamento, novas opções começam a se popularizar no Brasil, como o StickerBomb


Em  2011 Robinho, craque do Milan, procurou uma oficina especializada  porque queria deixar a seu Porsche Cayenne do jeito dos carros que ele  via na Europa: com pintura fosca. Sem saber muito como poderia fazer  aquilo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div><strong>Com a popularização do envelopamento, novas opções começam a se popularizar no Brasil, como o StickerBomb</strong></div>
</div>
<p style="text-align: center;"><img src="http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/foto/0,,69133892,00.jpg" alt="   Reprodução" width="655" height="400" /></p>
<p>Em  2011 Robinho, craque do Milan, procurou uma oficina especializada  porque queria deixar a seu Porsche Cayenne do jeito dos carros que ele  via na Europa: com pintura fosca. Sem saber muito como poderia fazer  aquilo, conheceu o envelopamento. Seu utilitário esportivo &#8211; que era  branco brilhante &#8211; após algumas horas se transformou em branco fosco.  Igual ao Robinho, milhares de brasileiros aderiram a onda fosca. Mais  fácil e barato do que a pintura, o envelopamento de carros virou moda no  mundo todo. Entre os benefícios estão a renovação do visual, a  conservação da pintura original e a praticidade da limpeza a partir de  R$ 800.</p>
<p>Como uma moda, a onda fosca passou e cada vez  mais as empresas estão trazendo novidades para o consumidor que enjoa  rápido do visual do carro. Leandro Del Grande é gerente da Foscomania –  que cuidou do envelopamento do carro de Robinho -, e diz que agora a  tendência é o teto “Black Piano”, ou seja, um adesivo importado que  deixa o teto do carro com a aparência brilhante e envidraçada. Além  disso, novas películas da ColorSkin estão chegando com uma cartela de  cores super abrangente: ter um carro amarelo, vermelho, azul e não é  mais uma opção definitiva. Um dos benefícios é que você pode transformar  o seu pratinha em laranjão e quando revender não pagará o preço de ter  um carro diferente, pois a película sai facilmente e deixa a pintura  intacta, como nova.</p>
<div>
<div><strong>Black Piano simula teto envidraçado em tom escuro</strong></div>
</div>
<p style="text-align: center;"><img src="http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/foto/0,,69133968,00.jpg" alt="   Reprodução" width="655" height="400" /></p>
<p>Além  do “Black Piano” e das novas cores, outra tendência é o perolizado que  dá um brilho esverdeado e a película camaleão com aparência multicolor,  muito procurada pelos admiradores dos carros tuning. Segundo Leandro, o  “pretinho básico” dos carros são as faixas esportivas, ou seja, nunca  saem de moda.</p>
<p><strong>StickerBomb </strong></p>
<p>A  moda pelo envelopamento pegou tanto que para muitas pessoas se  transformou em profissão. Roberto Vannucchi é apaixonado por tuning e  trabalhou durante dez anos em uma empresa de envelopamento de carros.  “Na época, só se fazia envelopamento de carros para empresas e frota.  Agora, o mercado expandiu muito. Há cursos lotados todas as semanas de  pessoas querendo aprender”. Tanto que Roberto divide seu tempo entre a  fotografia e o envelopamento. Dono da Oversign, ele acredita que a  última tendência são os “StickerBomb”, um adesivo único que imita vários  adesivos juntos.</p>
<div>
<div><strong>Aplicação de adesivo StickerBomb também pode ser feita no interior</strong></div>
</div>
<p style="text-align: center;"><img src="http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/foto/0,,69133901,00.jpg" alt="Reprodução" width="655" height="300" /></p>
<p>Geralmente  ele é é colocado em apenas alguns lugares do carro como o para-choques e  paralamas. “Fiz recentemente um ‘StickerBomb’ para uma menina cheio de  imagens de Barbie e HelloKitty”. Ou seja, o mais legal da nova moda é  que dá para personalizar completamente as referências que serão  colocadas no seu carro. Um “StickerBomb” sai a partir de R$ 300. Roberto  Vanucchi curte tanto o envelopamento que o seu veículo pessoal se  transformou em uma vitrine ambulante do trabalho. O seu Vectra já se  transformou 4 vezes.</p>
<p><strong>Cuidados </strong></p>
<p>O  envelopamento parcial do carro ainda não é o mais pedido entre os  consumidores. A maioria das pessoas ainda opta por mudar o visual do  carro por completo. Nesse caso, é preciso comunicar a alteração de cor  no DETRAN. Quem envelopa o carro em mais de 50% precisa solicitar uma  guia de alteração de cor, pagar a vistoria do veículo e emitir um novo  Certificado de Registro e Licenciamento. A mudança custa em média R$  280. Se o veículo transitar irregularmente pelas ruas, o motorista pode  levar uma multa grave de R$ 127,69 perder cinco pontos na Carteira  Nacional de Habilitação.</p>
<div>
<div><strong>Modelos foscos ainda seguem na moda, mas ganharam opções coloridas</strong></div>
</div>
<p style="text-align: center;"><img src="http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/foto/0,,69133938,00.jpg" alt="   Reprodução" width="655" height="300" /></p>
<p>Outro  cuidado que se deve ter é em relação a qualidade das películas. Antes  de contratar o serviço é preciso se certificar de que o material usado é  para ser aplicado em veículos. “Alguns adesivos possuem solvente na  cola o que ao longo dos anos vai estragando a pintura. O adesivo para  envelopamento veicular possui água na composição da cola e por isso não  tem problema”, afirma Roberto Vannucchi. Segundo a 3M, uma das maiores  fabricantes de adesivos, em carros repintados ou com funilaria a fazer  não são indicados para adesivação. A marca também garante que a  conservação é bem simples. Durante a lavagem deve-se usar panos macios e  úmidos com detergente ou sabão neutro. Durante a lavagem é necessário  evitar utilizar água pressurizada, evitando danos ao adesivo. A película  da 3M tem garantia de 1 ano no sentido horizontal (capô e teto) e 3  anos no sentido vertical (laterais, paralamas e para-choques).</p>
<p><a href="http://www.foscomania.com.br" target="_blank">www.foscomania.com.br</a><br />
<a href="http://www.oversign.com.br" target="_blank">www.oversign.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Campanha de conscientização polêmica</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 21:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 

Há alguns meses, aqueles adesivos que simbolizam a quantidade de  pessoas de uma família tomaram conta dos carros brasileiros. Em outros  países, essa moda também pegou e serviu de inspiração para uma polêmica  campanha lançada pela organização Mothers Against Drunk Driving (Mães Contra Direção Embriagada). Nessa campanha, a divisão canadense  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox[2031]" href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/blogdaautoesporte/files/2012/03/Fam%C3%ADlia-de-adesivo.jpg"><img class="aligncenter" title="Família de adesivo" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/blogdaautoesporte/files/2012/03/Fam%C3%ADlia-de-adesivo.jpg" alt="" width="655" height="364" /></a></p>
<p>Há alguns meses, aqueles adesivos que simbolizam a quantidade de  pessoas de uma família tomaram conta dos carros brasileiros. Em outros  países, essa moda também pegou e serviu de inspiração para uma polêmica  campanha lançada pela organização <strong>Mothers Against Drunk Driving</strong> (Mães Contra Direção Embriagada). Nessa campanha, a divisão canadense  do grupo procurou chocar quem assistisse para mostrar que dirigir sem os  devidos cuidados pode destruir uma família.</p>
<p>A <strong>MADD</strong> existe desde 1980 e, originalmente, lutava  pela conscientização sobre os perigos de se dirigir sob o efeito do  álcool. Atualmente, age também na conscientização sobre diversas outras  questões relacionadas aos riscos ao volante, como pessoas não  habilitadas ou menores de idade que assumem o risco de causar acidentes.</p>
<p><strong>O que você acha: vídeos polêmicos conscientizam melhor?</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/YCKwS9QHZjE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>fonte: Revista Auto Esporte</p>
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		<title>Cuidados Básicos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 21:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Existem  alguns cuidados básicos que devem ser levados a sério quando se fala em  motores; pretendo falar mais a fundo sobre cada item mais adiante, mas  em primeiro plano, segue.
1- LIMPEZA DO VEÍCULO- carroceria, em cima e por baixo do carro; motor exporadicamente.
2-REVIZÃO PREVENTIVA- troca de óleo e filtro do oleo seguindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="post-body-6837460804476494754"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_k_nYipJSeeg/Sf40bgX_OeI/AAAAAAAAAAY/XmPQ5VDH_CA/s1600-h/DSC00850.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331756656004905442" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_k_nYipJSeeg/Sf40bgX_OeI/AAAAAAAAAAY/XmPQ5VDH_CA/s320/DSC00850.JPG" border="0" alt="" /></a><br />
Existem  alguns cuidados básicos que devem ser levados a sério quando se fala em  motores; pretendo falar mais a fundo sobre cada item mais adiante, mas  em primeiro plano, segue.<br />
1- LIMPEZA DO VEÍCULO- carroceria, em cima e por baixo do carro; motor exporadicamente.<br />
2-REVIZÃO PREVENTIVA- troca de óleo e filtro do oleo seguindo a recomendação do fabricante<br />
3-REVIZÃO  PREVENTIVA mais completa a cada 20.000 km; troca de filtros de  combustível, de ar, fluidos de freio e de água do radiador, e revisão de  varios itens, como iluminação, mangueiras de água e de combustível etc.<br />
4-  REVIZÃO GERAL- a cada  30.000 km com troca de correias (esse item varia  muito de modelo p/ modelo, começa com  30.000 na família UNO e pode ir  até  100.000 km em alguns importados.<br />
5- CALIBRAÇÃO DOS PNEUS &#8211; esse  item vaira muito, pode ir de  26lb ate 36lb depende muito do modelo, e  se está com carga ou não, na duvida, leia o manual do proprietário.<br />
6-  CALIBRAÇAO DO ESTEPE &#8211; esse item deixa muito motorista na mão, por que  muitos nunca  verificam o estepe, e quando vão usar, ele está vazio,  deixe sempre com  10% de libras a mais que o normal, muito cuidado com  ele.<br />
7-EXTINTOR- outro item muito simples que deve ser observado pelo  motorista é o extintor de incendio, ele pode ajudar e muito em alguns  casos, se estiver vencido ou sem pressão não servirá de nada, e ainda  pode-se ganhar uma multa de brinde, muito cuidado.<br />
8- ACUMULADOR DE  TENSÃO- mais conhecido como bateria, se for selada, o máximo que se   pode fazer é observar a janela verde. Se for comun, deve-se observar o  nível da agua; nunca colque água da torneira, pois esta tem cloro, nem  água de poço artesiano. Deve-se usar agua específica para baterias a  venda em postos de gasolina ou auto-peças.<br />
9- CARROCERIA- deve-se ter  cuidados visuais com itens como o cinto de segurança, obsevar se ele  está solto no seu caminho, e fazer um texte prático de retração: com uma  das mãos  puxe com força e rápido o cinto, ele deve trancar, ao soltar  ele deve destravar e seguir novamente. Observar comandos de limpador,  seta, câmbio, freio de mão, trava das portas, etc.<br />
OBSERVAÇÃO- Estas  dicas parecem dificeis para alguns e muito simples para outros, mas  fazem muita diferença para o bem-estar de um veículo, detalhes como  segurança devem ser levados a sério, pois fazem a diferença para a vida  em um acidente.</div>
<div></div>
<div><em>fonte: mecanicachibiaque.blogspot.com.br</em></div>
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		<title>Placa refletiva é obrigatória a partir de abril de 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 21:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prevista inicialmente para vigorar logo na virada do ano, em 1º de  janeiro, a resolução teve o prazo adiado para o começo de abril de 2012.  Com a mudança, películas refletivas em placas e em tarjetas passam a  ser obrigatórias para veículos novos – antes, eram facultativas. Os que  circulam atualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prevista inicialmente para vigorar logo na virada do ano, em 1º de  janeiro, a resolução teve o prazo adiado para o começo de abril de 2012.  Com a mudança, películas refletivas em placas e em tarjetas passam a  ser obrigatórias para veículos novos – antes, eram facultativas. Os que  circulam atualmente com a placa de identificação no modelo antigo só  precisarão se adequar em caso de troca de município.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Reprodução, Pioneiro" src="http://revista.pensecarros.com.br/rbs/image/13265720.jpg" alt="placa refletiva pense carros" hspace="10" vspace="15" align="left" /></p>
<p>As motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos motorizados  já estavam na norma que exige a película refletiva, mas deverão obedecer  outro artigo da resolução, que determina o aumento do tamanho da placa.  O texto prevê que a altura seja de 17 centímetros e o comprimento, de  20 centímetros. Com isso, aumenta também o tamanho de letras e números  (com exceção da cidade de origem) para 5,3 centímetros de altura. Essa  alteração também ocorrerá somente para os veículos novos ou transferidos  de cidade.</p>
<p>De acordo com a assessoria de imprensa do Departamento Estadual de  Trânsito (Detran), os Centros de Registro de Veículos Automotores  (CRVAs) já estão orientados a autorizar a colocação das placas que  atendam a resolução do Contran. O gerente de uma Fábrica de Placas e  Tarjetas (FTPs) localizada no bairro Floresta, em Porto Alegre, Luiz  Carlos Schonos Junior, comenta que a placa refletiva já vinha sendo  comercializada.</p>
<p>&#8220;Ela já é fabricada desde 2008, mas a compra era opcional. Agora,  pelo fato de dar mais segurança, ela passa a ser obrigatória. Quando  colocada contra a luz, a refletiva brilha, e, por exemplo, se um carro  estiver no acostamento, ela terá o mesmo brilho que o triângulo usado na  sinalização faz&#8221;, comenta Junior.</p>
<p>Como os valores de venda não seguem uma tabela pré-determinada, o par  pode variar, conforme Junior, entre R$ 70 e R$ 90 – aproximadamente 30%  mais cara que a antiga.</p>
<p><strong>&gt;&gt; O que muda<br />
</strong>- A partir desta semana, os  carros zero quilômetro ou que mudarem de município deverão receber  placas e tarjetas com a película refletiva.</p>
<p>- Elas são mais caras que as comuns (cerca de 30%), mas proporcionam maior visibilidade à noite, pois brilham ao refletir a luz.</p>
<p>- As motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos motorizados  terão as dimensões das placas e tarjetas modificadas, aumentando um  pouco de tamanho. Estes veículos, quando novos ou emplacados em um novo  município, já estavam recebendo a identificação com o material mais  brilhoso.</p>
<p><em>Fonte: Revista.PenseCarros.com.br</em></p>
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		<title>Confira dicas para evitar surpresas com a manutenção do câmbio automático</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 21:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cada ano, mais pessoas deixam os preconceitos de lado e apostam no  conforto de um veículo com câmbio automático. Porém, um tema ainda  assusta muitos donos e afasta a maioria dos interessados: a conta da  oficina. Será possível evitar que o sonho de não trocar marchas em  engarrafamentos torne-se um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A cada ano, mais pessoas deixam os preconceitos de lado e apostam no  conforto de um veículo com câmbio automático. Porém, um tema ainda  assusta muitos donos e afasta a maioria dos interessados: a conta da  oficina. Será possível evitar que o sonho de não trocar marchas em  engarrafamentos torne-se um pesadelo? Para Carlos Napoletano, instrutor  técnico da Brasil Automático &#8211; especialista em treinamentos para  mecânicos sobre o assunto &#8211; basta que o proprietário siga algumas  recomendações para evitar um prejuízo grande na oficina.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://revista.penseimoveis.com.br/rbs/image/8535260.jpg" alt="oficina" hspace="10" vspace="15" align="left" /></p>
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<p style="text-align: center;"><strong>Confira as dicas</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>1. Entenda: os gastos serão diferenciados</strong><br />
Quem  compra um veículo automático precisa considerar que os seus custos de  manutenção são diferenciados. Um carro com câmbio manual geralmente terá  reparos mais simples e baratos, mas com uma maior frequência,  principalmente no sistema de embreagem.</p>
<p style="text-align: center;">O automático dispensa a embreagem e costuma ampliar a vida útil de  componentes do motor, transmissão, suspensões e freios, ao realizar as  trocas de marchas no momento certo e controlar a agressividade do  motorista. Após alguns anos de uso, a soma das despesas de oficina de  modelos convencionais e automáticos costuma ficar muito próxima.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>2. Fique longe dos &#8220;modelos-micos&#8221;</strong><br />
Um primeiro  cuidado para evitar surpresas na oficina, ainda mais no Brasil, onde as  transmissões automáticas começaram a avançar apenas nos últimos anos, é  preferir os modelos mais vendidos e que contam com peças a preços  competitivos, sejam nacionais ou importados.</p>
<p style="text-align: center;">Veículos com poucas unidades vendidas e carros antigos costumam ter  problemas na manutenção (principalmente com a falta de componentes ou  ferramental) e a conta pode assustar.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>3. Aposte em prevenção</strong><br />
A durabilidade da  transmissão automática está diretamente ligada ao cuidado que o  motorista dispensa ao veículo. Após a compra, o ideal é consultar as  tabelas de manutenção no manual do proprietário, com atenção aos prazos  de troca do fluido hidráulico e filtro. Quanto mais perfeita estiver a  lubrificação, menor será o desgaste.</p>
<p style="text-align: center;">Pela mesma razão, outra recomendação fundamental é corrigir qualquer  vazamento o mais rápido possível. Mas, mesmo para sanar um pequeno  problema, o mecânico precisa ser um especialista, ou poderá danificar o  câmbio nas operações de desmontagem e montagem.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>5. Fique atento na escolha da oficina</strong><br />
Como a  transmissão automática é complexa e depende de vários outros sistemas  para funcionar corretamente, inclusive eletrônicos, a escolha de uma  oficina capacitada deve ser feita com cuidado.</p>
<p style="text-align: center;">Primeiro busque indicações. Encontrar pessoas que possuem veículos  parecidos, fizeram reparos no câmbio e aprovaram o serviço é um bom  começo. Ao visitar os locais, é importante avaliar a organização,  limpeza e presença de ferramentais e manuais de serviço. Os bons  profissionais também se orgulham em exibir as suas certificações e  diplomas.</p>
<p style="text-align: center;">Ainda não há uma certificação de qualidade específica para oficinas  que trabalham com automáticos, mas vale a pena cuidar se os técnicos  apresentam diplomas de cursos na área. (E não é vergonha perguntar por  eles!)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>6. Fique atento a pequenas alterações</strong><br />
Quando um  câmbio automático apresenta uma quebra grave e cara, na maioria das  vezes, o problema começou com uma pequena falha que foi ignorada. Então,  um cuidado fundamental para se reduzir a conta da oficina é levar o  veículo para uma revisão ao menor sinal de problema.</p>
<p style="text-align: center;">Uma quebra grave como o veículo simplesmente não conseguir andar já  deu sinais de sua chegada muito antes: segundo Napoletano, entre os  sintomas estariam vazamentos de fluidos (que teriam secado as  engrenagens resultando em defeito). Para evitar que se chegue a esse  ponto, qualquer poça de líquido avermelhado no chão da garagem deve  servir de alerta.</p>
<p style="text-align: center;">Como alguns defeitos aparecem de vez em quando, a ajuda do dono é  fundamental para que o especialista consiga fazer o diagnóstico correto.  Nesses casos, o melhor é contar em detalhes o que está acontecendo e  fazer o teste junto com o mecânico. Também nunca se deve esconder ou  minimizar uma anormalidade. O prejuízo pode ser grande.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>7. Busque a média dos orçamentos</strong><br />
Diante de um  problema na transmissão automática do veículo, o ideal é obter vários  orçamentos para o reparo. A análise dos diagnósticos deve ser feita com  calma e levando em consideração a impressão que ficou de cada oficina.  Valores altos ou baixos demais devem ser evitados.</p>
<p style="text-align: center;">Para ganhar o serviço, muitos reparadores ainda preferem oferecer a  “solução milagrosa”, trocando o mínimo necessário para anular a falha de  imediato. São as piores propostas. Consertos superficiais geralmente  sobrecarregam e quebram outras peças. O problema se torna crônico e cada  vez mais caro. Muitos desistem e acabam vendendo o carro.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>8. Exija garantia</strong><br />
Após fazer um reparo na  transmissão automática, o proprietário deve exigir as notas fiscais das  peças e serviços, além de um documento de garantia da oficina. Pode  parecer exagero, mas a maioria dos bons profissionais oferece  automaticamente essa tranquilidade aos clientes.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Os problemas mais comuns em carros automáticos</strong><br />
Assim  como no caso do câmbio manual, os problemas são sempre gerados pelo mau  uso, segundo Napoletano. A patinação de discos internos, por exemplo, é  causada pelo vício do motorista em sair de subidas com a alavanca na  posição D, em vez de 1. Isso força a transmissão e causa um desgaste  prematuro de componentes internos.</p>
<p style="text-align: center;">Outros problemas podem ser gerados pelo esquecimento de fazer a troca  de fluidos recomendada pelo manual do proprietário do veículo  (geralmente a cada 40 mil quilômetros).</p>
<p style="text-align: center;"><em>Fonte: Revista.PenseCarros.com.br</em></p>
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